sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Gol 35 anos, o final de uma série de uma história que continua a ser escrita.

 
  Durante seus 35 anos de história, o Gol passou por muita coisa, a quase rejeição no início com o motor 1300 vindo do Fusca, o ganho de folego com o 1600 de dupla carburação, o sucesso de vendas após o lançamento do motor arrefecido a água, o AP que o acompanhou por grande parte de sua existência, o carro pioneiro que introduziu a injeção eletrônica no mercado nacional por meio de uma versão esportiva, aliás versões esportivas de grande sucesso nas décadas de 1980 e 1990.
  Por mais que o Gol não seja mais líder de mercado, nem mesmo figure entre os 10 mais vendidos, ele faz parte da vida do brasileiros, é uma marca nosso cotidiano. Três gerações, muitas reestilizações, inúmeras versões, todo mundo andou ao menos uma vez em um Gol, o real substituto de uma outra lenda o Fusca. O nome que no início gerou duvidas se confunde a outra paixão do brasileiro, o futebol, que desde 1982, foi celebrado pelo carro com suas versões alusivas as Copas que passaram, o seu nome, o ponto máximo do esporte.
  Em 35 anos, muita coisa mudou, o automóvel no Brasil mudou, a política passou por mudanças (quase sempre desastrosas), resta agora onde o mercado é amplo e a concorrência ampla, o Gol se reafirmar como um sucesso de vendas, evoluir é preciso, resistência sempre foi a palavra que descreveu o modelo, agora sua resistência é por permanecer no mercado, depende de sua criadora, a Volkswagen renovar o modelo, manter o nome forte e conhecido cobrando um preço justo por isso afinal, nos últimos anos o modelo tem ficado conhecido como um carro simples e caro, é preciso muita inovação, mas creio que seja pedir demais de uma empresa alemã.

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